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Governo anuncia imposto sobre compras internacionais abaixo de 50 dólares a partir de agosto

A partir de agosto, o governo irá começar a cobrar imposto sobre compras internacionais de até 50 dólares, incluindo a taxa das blusinhas no Programa Mover. A lei federal sancionada promete impactar quem costuma adquirir produtos importados de menor valor, gerando discussões sobre as consequências para os consumidores. Com a medida, as compras feitas no exterior podem se tornar mais caras e burocráticas, afetando diretamente o mercado e os hábitos de consumo da população.

Senado aprova 'taxa das blusinhas': entenda o impacto nos preços de produtos importados

Um projeto de lei que pretende taxar em 20% as compras internacionais até US$ 50 (R$ 265) foi aprovado no Senado, gerando preocupação entre os consumidores de marcas populares online. Conhecido como 'taxa das blusinhas', o projeto pode impactar os preços de produtos importados. Um exemplo de cálculos mostra que uma blusinha de R$ 200 ficaria R$ 48,30 mais cara para o consumidor. A discussão envolve argumentos a favor e contra a taxa, com questionamentos sobre concorrência desleal e impactos nos preços finais dos produtos.

Presidentes Lula e Lira debatem taxação de compras internacionais em reunião fora da agenda

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara, Arthur Lira, se reuniram fora da agenda para discutir a taxação de compras internacionais abaixo de 50 dólares. O governo deve se reunir ainda hoje para propor uma contraproposta ao Congresso, com os parlamentares divididos sobre a votação. Empresas reclamam de competição injusta, enquanto há um apelo popular pela isenção das encomendas. Lula apresentou preocupações do governo, enquanto Lira defendeu as empresas nacionais. A proposta deve ser votada ainda hoje na Câmara, com pressão devido à proximidade da validade de uma medida provisória semelhante.

Reforma tributária: Impostos sobre compras internacionais passarão a ser cobrados

A reforma tributária vai implicar em impostos sobre compras internacionais de até US$ 50 que atualmente são isentas. A regulamentação da reforma foi enviada ao Congresso e prevê uma alíquota padrão de 26,5%, que será cobrada também sobre o mercado interno. A decisão visa à neutralidade e os estados já cogitam subir a alíquota para compras abaixo desse valor. A transição para o novo modelo de Imposto sobre Valor Agregado está prevista para começar em 2026, e o programa 'Remessa Conforme' será alterado para adesão das empresas e evitar maiores tributações sob encomendas internacionais.

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